• Carla Sales

Cirurgia Oncológica

Atualizado: 15 de Out de 2019

A cirurgia oncológica é um dos principais tipos de tratamento do câncer, que consiste na retirada do tumor no procedimento. Quando indicada, sua intenção é remover totalmente o tumor.


Por meio do diagnóstico e da rápida abordagem do paciente (levando em consideração os detalhes da cirurgia oncológica), hoje esta modalidade, associada a outras, como a eletroquimioterapia, a quimioterapia e a radioterapia, é uma importante ferramenta para a cura de um câncer ou para uma sobrevida consistente, com qualidade.


Muitas vezes, apenas a cirurgia é a totalidade para um tratamento curativo de um câncer, porém é de suma importância a detecção precoce do tumor e sua retirada total. Na cirurgia paliativa, o objetivo é reduzir a quantidade de células tumorais ou de controlar sintomas que comprometam a sobrevivência do paciente.


Alguns exemplos de tratamentos paliativos são a descompressão de estruturas vitais, o controle de hemorragias e perfurações, o desvio dos trânsitos aéreo, digestivo e urinário, o controle da dor e a retirada de uma lesão de difícil convivência.


O procedimento cirúrgico deve ser realizado sempre sob anestesia geral e balanceada, em clínicas ou hospitais com ambiente adequado, com materiais esterilizados e preparados para a intervenção.


Os animais passam por exames pré-operatórios de estadiamento (busca de outros focos de tumor pelo corpo) e cardiológicos, para que todos os riscos sejam minimizados. Além disso, é muito importante que o veterinário cirurgião oncológico faça a retirada integral do tumor com cuidado, para não deixar que a doença se espalhe durante o ato, e avalie a retirada de todos os locais para onde a doença possa ter se espalhado (gânglios e outros órgãos). Por fim, é preciso se analisar os aspectos relacionados ao adequado preparo do paciente e seus tutores sobre as alterações fisiológicas e/ou mutilações que poderão ocorrer por causa do tratamento cirúrgico.


A cirurgia oncológica também é uma forma de avaliar a extensão da doença. Ou seja, em alguns casos, o estadiamento do câncer só é possível de ser certificado durante o ato cirúrgico.


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